Prémio Neustadt de literatura
Uma reflexão sobre os medos, os sonhos e as esperanças da vida moderna por uma das vozes literárias mais importantes da Europa.
A misoginia, a hipocrisia, o nacionalismo, os traumas da guerra, a cultura do consenso ou a memória entrelaçam-se nestes ensaios.
Partindo de persas referências literárias, culturais, históricas e autobiográficas — de Milan Kundera a Ninotchka, passando pelo colapso da Jugoslávia, a emigração, ou o papel da arte —, Dubravka Ugrešic, uma das maiores escritoras e cronistas do nosso tempo, debruça-se sobre os sonhos, os medos e as esperanças da vida moderna.
E fá-lo com o seu humor acutilante e provocador, o seu sentido de observação humano e erudito, que faz jus às célebres palavras de Zamiatine: «A verdadeira literatura só pode existir onde for criada, não por funcionários diligentes e dóceis, mas por loucos, eremitas, hereges, sonhadores, rebeldes e cépticos.»
Os elogios da crítica:
«Uma voz literária fundamental na Europa.» — The New York Times
«À semelhança de Nabokov, Ugrešic sublinha a nossa capacidade de recordar como forma de salvar a nossa identidade moral e a nossa compaixão.» — The Washington Post